becker-topo
Design sem nome
VITSPL_BANNER_01attv2 (1)
7fb2a016-97f5-4aa1-9b11-ad9009d38df9
1200 x 280 (2)
GeralNotícias

Gaeco desmantela rede de armazenamento de pornografia infantil com prisões em SC

VITSPL_BANNER_01attv2 (1)
VITSTR_BANNER_01att2 (1)

Na manhã desta sexta-feira (27/06), o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) deflagrou a Operação Expurgo, com o objetivo de combater o armazenamento de material relacionado ao abuso sexual infantojuvenil, principalmente na internet.

A operação teve o apoio de promotorias de Camboriú, Indaial, Timbó, Brusque, Joinville e Palhoça, que trabalharam de forma conjunta para o cumprimento de mandados de busca e apreensão.

Operação visa conter crime de pornografia infantil

No total, foram realizadas dez operações simultâneas nas cidades de Camboriú, Brusque, Indaial, Timbó, Joinville, e até em Ubatuba, no estado de São Paulo.

Continua após anúncio
Sem nome (800 x 280 px)
Sem nome (800 x 280 px)
Fim do anúncio

Os mandados foram expedidos pelas Varas Regionais de Garantias das Comarcas de Balneário Camboriú, Blumenau, Itajaí, Joinville, além da Vara da Infância e Juventude de Palhoça.

As investigações, conduzidas pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), identificaram suspeitos que estariam utilizando ferramentas tecnológicas para armazenar e compartilhar conteúdo de pornografia infantil.

Durante a operação, foi confirmada a presença de material relacionado a abuso sexual infantojuvenil nos dispositivos apreendidos, o que levou à prisão em flagrante de quatro pessoas. As prisões ocorreram nas cidades de Timbó (duas), Indaial (uma) e Camboriú (uma).

  • 13Operação foi realizada em cidades de SC e em SP – Divulgação/MPSC/ND
  • 23Operação foi realizada em cidades de SC e em SP – Divulgação/MPSC/ND
  • 33Operação foi realizada em cidades de SC e em SP – Divulgação/MPSC/ND

Além do GAECO, a operação contou com o apoio técnico da Polícia Científica de Santa Catarina, que colaborou na preservação da cadeia de custódia das evidências arrecadadas. O trabalho também teve apoio da Agência de Investigação Interna dos Estados Unidos (HSI) e da PF (Polícia Federal).

A investigação segue sob sigilo, e novas informações devem ser divulgadas conforme o andamento do caso.

Via ND+

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo