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Gravatal

Chuva causa queda de muros em escola da região

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A chuva intensa registrada em Gravatal nos últimos dias provocou uma série de ocorrências em diferentes regiões do município. O levantamento foi realizado pela Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, que identificou alagamentos, quedas de árvores, danos em estruturas, obstruções de tubulações e córregos, além de pontos com movimentação de massa.

No Centro, uma das situações mais significativas foi registrada na Escola Geraldina Maria Tavares, onde houve o desabamento de dois trechos de muro: um junto à quadra de esportes, na divisa com o pavimento da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, e outro nos fundos da unidade, na divisa com o CEI Zilda Luck Silveira. Segundo a Defesa Civil, o solo encharcado comprometeu a estabilidade das estruturas. A direção foi orientada a realizar o isolamento total da área.

Ainda no Centro, houve alagamento. A Defesa Civil apontou obstrução nos tubos de drenagem e programou uma vistoria no local. Na Rua Maiara Marcelino Amaral, também foi constatada obstrução da tubulação de um córrego, além de movimentação de massa às margens da via.

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No bairro Termas, uma árvore caiu sobre o telhado de uma residência na Rua Felisberto Garcia, provocando a quebra de telhas e danos na cobertura. O Samu foi acionado para atender uma moradora que passou mal após o ocorrido e realizou o encaminhamento ao Hospital de Armazém.

No bairro São Roque, a Estrada Geral Barro Vermelho registrou alagamento próximo a uma residência. Não houve registro de desalojados. Ao todo, apenas na quinta-feira (13), foram registrados mais de 40 milímetros de chuva.

Defesa Civil acompanha as áreas afetadas

Diante dos registros, a Defesa Civil segue acompanhando os pontos afetados e orientando sobre medidas preventivas, especialmente em locais com presença de água próxima à rede elétrica, movimentação de solo, estruturas comprometidas e dificuldades de escoamento.

“A recomendação é que moradores evitem áreas de risco e não permaneçam próximos a estruturas que apresentem sinais de instabilidade. Em situações de emergência, a população deve acionar os serviços responsáveis”, diz a coordenadora Municipal de Proteção e Defesa Civil, Mônica Costa Onofre.

Por Daiane Fernandes – Jornalista

DECOM/PMG

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