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Região tem primeiro caso de febre amarela em humano

Um homem de 29 anos, morador de Imbituba, é o primeiro caso da região de febre amarela em humano.

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Publicado por Repórter Sul em 04/05/21 08h06
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Região tem primeiro caso de febre amarela em humanoFoto: Divulgação

Um homem de 29 anos, morador de Imbituba, é o primeiro caso da região de febre amarela em humano.

O diagnóstico foi confirmado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/SC) e divulgado ontem pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC).

Por nota, a Dive explica, no entanto, que apesar de ser morador de Imbituba, o local provável de infecção (LPI) do homem foi em Urussanga. Ele está internado no Hospital Nereu Ramos, na capital.

Dos sete casos confirmados da doença neste ano em Santa Catarina, dois não resistiram e foram a óbito. O primeiro foi um homem, de 34 anos, morador de Águas Mornas, na Grande Florianópolis. O outro foi um homem de 59 anos, morador de São Bonifácio, também região da Grande Florianópolis.

Já foram encontrados 75 macacos mortos infectados com a doença

A bióloga da secretaria de Estado da Saúde, Sabrina Fernandes Cardoso, diz que até o dia 26 de abril, data do último levantamento, havia 75 epizootias - ocorrência de casos em animais ao mesmo tempo e na mesma região. Sete municípios registraram ocorrências: Santa Rosa de Lima, Rio Fortuna, São Martinho, Braço do Norte, Grão-Pará, São Ludgero e Pedras Grandes.

“Reforço a importância da vacinação contra febre amarela e atenção das vigilâncias municipais quanto às epizootias de PNH, principalmente dos municípios limítrofes aos que estão com ocorrências”, pontua a bióloga.

Sabrina explica que todo o local onde são encontrados os macacos mortos suspeitos de febre amarela é mapeado e é feita a cobertura vacinal nos moradores. “As equipes da Vigilância Epidemiológica dos municípios estão visitando casa a casa e orientando os moradores. Um ponto a ser destacado é que a vacina contra a febre amarela está disponível em todos os postos de saúde”, pontua.

É importante destacar ainda que o aparecimento de macacos mortos em determinada região pode indicar a presença do vírus causador da febre amarela, uma vez que eles são considerados sentinelas, ou seja, são os primeiros infectados e que indicam a doença (eles não são transmissores do vírus).

“O trabalho continua, os municípios estão em alerta e recebendo notificações dos populares do adoecimento e morte de macacos, que não param de chegar. Quando os corpos ainda estão em condições de fazer a coleta, retiramos o material para exame e monitoramos para ver para onde o vírus está indo. Não esperamos o resultado do exame para o bloqueio vacinal da população local”, explica a bióloga Sabrina.

Ela ainda acrescenta que aumentou a procura pela vacina contra a febre amarela, que está disponível em todos os postos de saúde. A orientação ao munícipe é que, caso encontre algum macaco morto ou doente, vá até a unidade de saúde mais próxima e relate o ocorrido. Já a equipe deve anotar os dados e comunicar a Vigilância Epidemiológica municipal, que tomará as providências necessárias.

Fonte: Diário Do Sul

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