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Eleição Legislativa: Retaliação a vereadora gera polêmica nos bastidores

Ela teria recebido ameaça de expulsão do partido e o que teria motivado isso foram denúncias sobre irregularidades no Hospital Santa Otília quando o presidente tucano é também presidente da entidade.

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Publicado por Repórter Sul em 01/12/18 11h01
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POLÊMICA

Eleição Legislativa: Retaliação a vereadora gera polêmica nos bastidoresFoto: Bena/reportersul

A eleição da mesa diretora da câmara de vereadores de Orleans que acontece dia 15 de dezembro ás 10h da manhã já esta dando o que falar na cidade das colinas.

Segundo informações levantadas pela equipe de Reportagem do Repórter Sul, MDB e PSDB teriam um acordo de indicação para a presidência sendo PSDB – MDB – PSDB e MDB.

No primeiro ano, em 2017, Lucas Librelato foi o indicado dos tucanos seguido por Pedro João Orben do MDB em 2018.

Até ai tudo certo. O Problema é que para 2019, dois vereadores manifestaram interesse em assumir a cadeira pelo PSDB, os vereadores Hildegart Durigon e Mirelle Debiasi.

O partido indicou Durigon, o que parece não ter caído bem nos bastidores já que a vereadora já teria manifestado interesse e que segundo informações teria apoio de boa parte dos edis.

Entramos em contato com a Vereadora Mirelle que foi enfática em afirmar que não se manifestaria no momento.

Em entrevista ao JORNAL HOJEde Orleans, o Vereador Hildegart disse que seu indicação ocorreu normalmente.

Ainda em entrevista ao mesmo jornal, o ex-presidente da câmara Lucas que foi o mais votado PSDB na disputa eleitoral de 2016 e foi o presidente da Casa Legislativa em 2017, afirmou que as informações não eram procedentes e que se tratava de uma tentativa de criar polêmica.

 

POLÊMICA

A Reportagem do site Repórter Sul procurou o Vereador Osvaldo Cruzetta, o “VÁ” (PP) que sem cerimônias falou abertamente sobre o caso.

Segundo ele, o PSDB escolheu um pelo nome do vereador Hildegar, mas o mesmo não sabe os critérios utilizados pelo partido.

“Fizeram uma reunião e indicaram o nome do vereador Hildegart, não sei quais os critérios usaram pra escolher um nome, deixando a Mirelle que foi discriminada dentro do partido sofrendo retaliação. Talvez porque o presidente do PSDB também era presidente da Fundação Hospitalar Santa Otília quando ouve a denúncia sobre a questão de salário muito alto que estava sendo pago no hospital e ele sabia. A Vereadora Mirelle levantou isso na câmara e teve meu apoio, falamos muito sobre isso e os dois (diretores) caíram” contou.

Perguntado se Mirelle teria condições de vencer a eleição para a presidência, Vá afirmou que sim.

“Olha, ela teria sim até mais votos que o outro candidato, eu não sei qual o motivo que não indicaram ela. Talvez porque quando houve a polêmica de fechar a maternidade do Hospital ela foi uma que defendeu muito essa questão (para não ser fechada) juntamente comigo e co outros vereadores também” disse.

Vá ainda disse acreditar que possa haver um acordo entre os vereadores. Segundo ele, a Vereadora esta sofrendo ameaça de ser expulsa do partido devido querer ser a presidente.

“Acho que todos os vereadores têm direito de pleitear a presidência, ela tem condições como qualquer outro de conduzir os trabalhos do legislativo e tem o apoio de seis vereadores, praticamente cinco a cinco, mas ela tem mais chances de ser presidente do que o próprio vereador Hildegart, então vai esperar pra ver como vai ser conduzido pelo presidente do PSDB e pelo próprio Vice Prefeito Mario Coan que estão conduzindo esse papel de buscar o entendimento entre os vereadores, vamos aguardar” relatou.

Vá afirma que a vereadora vai manter sua posição de ser presidente e diz ainda que está a disposição dela para compor uma chapa e acredita que se fosse o nome dela indicado pelos tucanos, ela seria eleita por unanimidade enquanto Hildeart pode não ter o mesmo apoio.

Pra finalizar, Vá diz acreditar que as denuncias da vereadora por salário de 10 mil reais enquanto o presidente do PSDB era também presidente da Fundação Hospitalar Santa Otilia pode ter deixado o presidente Tucano chateado com Mirelle e talvez isso tenha motivado a retaliação e ameaça de expulsão do partido.

 

A nossa reportagem entrou em contato com o presidente do PSDB Mário Salvador, mas alguém respondeu as mensagens dizendo que o mesmo estava dirigindo e não poderia responder nossas mensagens. Até o fechamento desta matéria não recebemos retorno do tucano.

 

 

O diretor geral da Câmara, Sandro Luiz de Pieri, informou que nenhuma chapa ainda foi registrada. O prazo legal para o procedimento é até 48 horas antes do início da votação, ou seja, até o dia 13 de dezembro, às 10h.

 

 

 

 

 

 

 

 

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