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Brasil não pode parar por 5 ou 7 mil que vão morrer, diz dono do Madero

Durski disse que o Brasil não pode paralisar as atividades porque o número de desempregados já é alto, e comparou a letalidade do coronavírus aos números de assassinatos e às mortes por desnutrição.

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Publicado por Repórter Sul em 24/03/20 12h41
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Brasil não pode parar por 5 ou 7 mil que vão morrer, diz dono do MaderoFoto: Divulgação

O empresário paranaense Júnior Durski, da rede Madero, publicou um vídeo nas redes sociais em que critica as medidas de isolamento adotadas para conter a pandemia de coronavírus, o lockdown. Dono de 17 restaurantes em Santa Catarina, em 11 cidades, ele disse que o Brasil "não tem condição de ficar parado", e minimizou as consequências da contaminação em massa, que o isolamento social tenta evitar:

"Eu sei que nos temos que chorar, e vamos chorar. Mas nós não podemos (parar), por conta de 5 mil pessoas, ou 7 mil pessoas que vão morrer".

Durski disse que o Brasil não pode paralisar as atividades porque o número de desempregados já é alto, e comparou a letalidade do coronavírus aos números de assassinatos e às mortes por desnutrição.

"Não tem como fechar tudo, se esconder do inimigo e não trabalhar. Não pode simplesmente os infectologistas decidir (sic) que tem que todo mundo parar independente das consequências gravíssimas que o Brasil vai ter na sua economia", diz.

O paranaense afirma que sua empresa "tem caixa" para permanecer fechada por até seis meses, e que os funcionários não serão demitidos. Mas se diz preocupado com os pequenos empresários.

No ano passado, a rede Madero virou notícia após uma suposta negociação para a compra do Beto Carrero World, que foi negada pelo parque.

Fonte: NSC

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