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Amor pela profissão: aposentado, médico de 85 anos volta à ativa em meio à pandemia

Italiano Giampiero Giron decidiu voltar ao trabalho para ajudar a Itália, que já tem mais de 11,5 mil mortos e 101,7 infectados

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Publicado por Repórter Sul em 31/03/20 13h53
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Amor pela profissão: aposentado, médico de 85 anos volta à ativa em meio à pandemiaFoto: Divulgação

O médico italiano Giampiero Giron, de 85 anos, professor emérito da Universidade de Pádua, no norte da Itália, tomou uma decisão nobre e extremamente corajosa em meio à pandemia do novo coronavírus.

Na Itália, que já tem mais de 11,5 mil mortos e 101,7 mil contaminados pela Covid-19, Giron, que estava aposentado, decidiu voltar à ativa para ajudar no tratamento de pacientes. As informações são do jornal Corriere della Sera.

Médico famoso, o anestesiologista, que participou da primeira cirurgia de transplante de coração na Itália, em 14 de novembro de 1985, completa 86 anos em dezembro e, mesmo parte do grupo de risco, voltou ao hospital para ajudar outros profissionais de saúde.

"Há algumas semanas, um chefe de Pádua me telefonou perguntando se, caso fosse necessário, a saúde pública poderia contar com a minha experiência. Desde aquele dia, vivo com meu celular sempre à mão. Eles podem me ligar a qualquer momento e eu, no caso, estou pronto para ir. Considero um dever, independentemente da idade, e os médicos podem fazer a diferença nesta fase. Meu juramento de Hipócrates, de muitos anos atrás, nunca perde a validade", disse ele.

Nascido em Pádua e criado em Veneza, Giron é fundador do Instituto de Anestesiologia e Reanimação da Universidade de Pádua, além de ser o diretor-médico do hospital Villa Salus. Desde 2010, Giron trabalha como professor e, nos últimos anos, entra na sala de cirurgia apenas em casos específicos que exijam sua experiência.

"Sei que os mais expostos a complicações devido ao coronavírus são os idosos, mas estou com boa saúde e, mesmo que não tenha muito a ver com isso, tomo a vacina da gripe todos os anos. Eu não tenho medo, mesmo que situações epidêmicas sejam sempre muito difíceis de lidar", explicou o médico.

Fonte: QUEM

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