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Diretora será exonerada do cargo



Diretora será exonerada do cargo
Foto: Zero Hora / RBS

A diretora Rita Azevedo Felipe, da Escola Dom Joaquim, de Braço do Norte, acusada de ofertar pontos na média em troca de votos para se manter no cargo, será exonerada da função.

A informação é da Secretaria Estadual de Educação (SED), que apontou, através da assessoria de comunicação, que Rita continua na função de diretora até a publicação da exoneração no Diário Oficial, o que deve ocorrer nos próximos dias. 

A SED também apontou que está instaurando sindicância do processo eleitoral como um todo, no qual serão investigadas as duas candidatas – Eliane Veronês Schmidt e Rita Azevedo Felipe – e mais quatro professores que foram citados no processo. Segundo a assessoria, além da gravação que denuncia a compra de votos e que envolve Rita, alunos da escola teriam denunciado que Eliane Veronês também teria feito a mesma oferta, o que vai ser investigado. O DS tentou contato com Eliane ontem à tarde na Escola Dom Joaquim, mas ninguém atendeu ao telefone.

Assim que for publicada a exoneração de Rita, informa a SED, será indicada uma diretora para exercer o cargo até que novas eleições possam ser realizadas, o que se espera que ocorra em março. A SED também está instaurando um processo administrativo para apurar os acontecimentos na Escola Dom Joaquim. 

“O secretário Eduardo Deschamps considera gravíssimo o que ocorreu nesta escola e, conforme o que ficar comprovado na investigação, os responsáveis serão punidos, pois este tipo de situação é inadmissível”, disse ainda a assessoria de comunicação. 

A promotora de Justiça Marcela Hülse Oliveira começou ontem a ouvir depoimentos de pessoas relacionadas ao caso da compra de votos com pontos na média, que ocorreu na Escola Estadual Dom Joaquim, a maior de Braço do Norte. 

Na segunda-feira e ontem, o Ministério Público ouviu depoimentos de pessoas ligadas ao caso, já que o órgão também investiga a suposta compra de votos. Foram ouvidos alunos e professores da escola pela promotora de Justiça Marcela Hülse Oliveira, que conduz o inquérito do Ministério Público.

Relembre

O caso da suposta compra de votos veio à tona na semana passada, após um aluno divulgar uma gravação de áudio no qual uma professora afirmava que seria dado um ponto na média para os estudantes que votassem em Rita, então candidata à reeleição para o cargo. A eleição no colégio foi cancelada e a diretora foi afastada por determinação da Justiça. A suspensão da eleição e o afastamento da diretora foram deferidos pelo Poder Judiciário em ação cautelar ajuizada na 1ª Promotoria de Justiça da comarca de Braço do Norte. Na ação, a promotora Marcela relata que alunos do nono ano gravaram duas professoras, correligionárias de Rita, prometendo um ponto na média para quem votasse na candidata à reeleição. Outra aluna publicou nas redes sociais a informação de que a própria Rita estaria oferecendo nota em troca de votos.

Com informações do jornal Diário do Sul

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